Arquivo do mês: janeiro 2005

Elas adoram tapas e pontapés

Muié que é muié não apenas lê o Diogo Mainardi, muié que é muié deseja o Diogo Mainardi.

Comunidade das Mainardetes no Orkut:
“Você também tem delírios eróticos quando vê aquelas sobrancelhas? Tem ótimos sonhos todas as noites de domingo depois de ver o Manhattan Connection? Costuma ter fantasias sexuais com o moço? Assina aquela merda da Veja só pela coluna dele? Adoraria saber o que ele tem na cabeça (de baixo)? Então você é uma das nossas.
Sim, o bofe é casado, mas nós não somos ciumentas.”

Palavra de mainardete na comunidade: “Não é possível…é beleza e charme demais! Essa semana eu descobri que até a minha avó, repito, MINHA AVÓ COM SEUS MAIS DE 70 ANINHOS, também acha Dioguito um verdadeiro PÃO!!!! Um manjar dos Deuses! Tenha santa paciência! Manda prender um cara desse!!!!!! Muito GATOOOOO!”

Chega de Veja, Mainardi na Tpm! Ensaio fotográfico na sala do presidente: acessórios de couro e cara de mau. Elas adoram.

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Imagens da França

sanfona e bicicleta.jpg
Franceses em ação: profundos até na hora de tocar sanfona; charmosos até andando de bicicleta

mujer_vaca.jpg Os pastos da França

queijo e vinho.jpg
Toda a sensualidade das francesas na fabricação de queijos e vinhos

pessoal esquisito.jpg
Fashionistas: muito coméstico cheiroso e muita roupa de vanguarda

cineasta e torre.jpg
O pessoal que faz filme e a antenona de transmissão

pensadores.jpg
O pessoal que gosta de pensar

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Fala bem do Brasil que eu te pago uma cerveja

(Para Carnívoro. Presente de aniversário atrasado.)

Ficam falando mal do Brasil, mas e a França? E a França?
É um pasto de vaca de um lado, uma roça de uva do outro, no meio um riozinho sujo. Daí tem um tanto de gente que fica curando queijo e outro tanto que fica pisando uva. Enquanto isso, o resto do povo toca uma sanfona e o outro resto fica rodeando o país de bicicleta. Sobra uma meia dúzia que fica se vestindo de um jeito esquisito e falando pros outros se vestirem também; mais uma meia dúzia que gosta de passar creme, espirrar perfume, essas frescuras todas. Só.
Ah, ia esquecendo.Tem ainda aquela gente que gosta de pensar e escrever sobre isso aí que acontece e aquela outra gente que fica filmando tudo de um jeito bem chato. Tem também uma antena grandona que deve servir para transmitir esses filmes que eles fazem.

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Mais um direito do cidadão: Programa Plástica da Família (ou Bolsa Hebe Camargo)

Segundo a OMS, nos países desenvolvidos, a média de idade para que um cidadão seja considerado velho é de setenta anos. Nos países subdesenvolvidos essa média cai para sessenta anos.
Para compensar os dez anos de juventude que nos rouba nosso país, devemos exigir a distribuição de creme anti-rugas francês nos postos de saúde e cirurgia plástica com Dr. Ivo Pitangui pelo SUS.

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Precisamos de reforço

O presidente disse que o povo precisa de afeto. Eu digo, do alto da minha formação técnica, que o brasileiro precisa de reforço – aquele reforço mesmo das teorias comportamentais.
O problema do brasileiro é que ele não sabe discriminar o comportamento adequado do menos acertado, por isso vive sendo acusado injustamente de ser contraventor, preguiçoso, de fazer tudo na base da malandragem e de só fazer cagada. Mas o brasileiro não é nada disso, na verdade ele é um ignorante comportamental. E é assim porque a escola não ensinou ao brasileiro as lições do bom comportamento, não ensinou e agora quer cobrar. É sempre assim que acontece com o brasileiro, querem que ele acerte na prova uma matéria que não foi dada em aula.
Para corrigir mais esta grave falha do ensino do país, sugiro que o governo crie exércitos sociais reforçadores: pessoas devidamente instruídas em matéria de comportamento que saem às ruas reforçando as atitudes adequadas do brasileiro. Serviriam como verdadeiros guias para o brasileiro cego do bom comportamento.
E mesmo nós, cidadãos conscientes do bom comportamento, deveríamos começar a fazer a nossa parte. Foi bem atendido pelo balconista da padaria? Reforço nele! Tapinha cordial nas costas acompanhado de um “É isso aí, rapaz!”. Uma atitude reforçadora aumenta muito as chances de ele te atender bem outras vezes e de repetir o comportamento com os próximos clientes. O porteiro do seu prédio te recebe com um sorriso amigo e te ajuda a descarregar as compras assoviando? Tapinha no ombro e um “Força, tigrão!”pra ele. O guardador de carro, aquele que corre na sua direção só pra dizer que olhou direitinho do seu carro, esse merece que você encene o soquinho da vitória no ar e diga um enfático “Valeu, campeão!”.
Importante lembrar que dinheiro não é reforço. Palavras de encorajamento, elogios e tapinhas nas costas valem mais do que muitas moedas de gorjeta.
O brasileiro bem reforçado será um brasileiro feliz.

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